Servidores se mobilizam na ALMT e deputados garantem votação imediata do projeto da Revisão Geral Anual

Assembleia entra em regime de plantão e aguarda envio do governo para deliberar proposta que recompõe perdas salariais


Por Rota Araguaia em 15/01/2026 às 10:37 hs

Servidores se mobilizam na ALMT e deputados garantem votação imediata do projeto da Revisão Geral Anual
ALMT

Redação

Servidores públicos estaduais realizaram, nesta quarta-feira (14), uma grande mobilização na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) para reivindicar a votação do projeto de lei do Poder Executivo que trata da Revisão Geral Anual (RGA), além da retomada das negociações dos percentuais não pagos em anos anteriores.

 

A manifestação ocorreu durante sessão ordinária e reuniu representantes de diversas categorias do funcionalismo. Após o ato, o presidente da ALMT, deputado Max Russi (PSB), recebeu lideranças sindicais e se comprometeu a garantir celeridade na tramitação do projeto assim que a mensagem do Executivo for encaminhada à Casa.

 

Segundo Max Russi, a Assembleia permanecerá em regime de plantão para votação imediata. “Assim que o projeto chegar, vamos convocar sessão para votar a RGA e também as contas do governo. Quero que essa matéria venha o quanto antes”, afirmou.

 

A mobilização foi organizada pela Federação dos Servidores Públicos do Estado de Mato Grosso (FEESP). A presidente da entidade, Carmen Machado, destacou que a principal pauta é garantir a reposição inflacionária de 4,26% referente a 2026, além da negociação dos passivos acumulados entre 2019 e 2022, que somam 19,52%, conforme dados do Dieese.

 

“Não se trata de aumento salarial, mas de reposição de perdas que não foram pagas. Precisamos garantir que esses direitos sejam respeitados”, afirmou.

 

Apesar do avanço no diálogo, lideranças sindicais ressaltaram que a categoria segue mobilizada e aguarda o envio do projeto por parte do governo do Estado. Representantes de sindicatos da segurança pública, educação, agricultura e aposentados participaram do movimento e defenderam união das categorias para assegurar a aprovação da RGA.

 

A FEESP informou que novas mobilizações não estão descartadas, inclusive paralisações, caso não haja avanço concreto nas negociações.



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